A Academia Penedense de Letras-APL foi fundada no dia 03 de setembro de 1963, graças à iniciativa de um grupo de intelectuais, escritores, poetas e amantes da literatura, das artes e da cultura, tendo à frente Maurício de Oliveira Gomes (professor e poeta); Ernani Otacílio Méro (professor, historiador e escritor); Dr. José do Patrocínio Rocha (odontólogo e poeta), José Carlos T. de Santa Rita (político e escritor); Dr. Raimundo Marinho (odontólogo e político); Dr. Francisco Guerra (advogado); Cônego Hildebrando Veríssimo Guimarães; Padre Dermeval Ferreira Lima, Dr. Alcides dos Santos Andrade (médico e político) e o Padre José Damasceno Lima.
Como APL a Instituição funcionou plenamente até 1973, ano que realizou sua última sessão, ficando inativa até 2005 quando ressurgiu das cinzas, inicialmente através de proposta apresentada pelo psiquiatra penedense Dr. Francisco Alberto Sales (in memoriam). A concretização do projeto, no entanto, coube ao jornalista Marcelino Cantalice da Trintade (in memoriam), que com o apoio de outras figuras de destaque da cultura penedense e alagoana tornou a Academia uma realidade, passando a Instituição a abranger, além da área de Letras, também Artes, Cultura e Ciências, com a sigla APLACC.
Na atualidade a APLACC funciona plenamente, atuando como centro fundamental para a grandeza da cultura penedense.











